Sabe aquele momento em que você está no meio do inverno, olhando pela janela, e tudo que consegue pensar é em areia branca nos pés e água azul-turquesa até onde a vista alcança? Foi exatamente assim que decidi, meio impulsivamente, comprar uma passagem para Aruba. E olha, não me arrependo nem um segundo.
Aruba não é apenas mais uma ilha caribenha. Tem algo especial ali – talvez seja o sol que brilha praticamente 365 dias por ano, ou as praias que parecem saídas de um cartão postal que ninguém acredita ser real até ver pessoalmente. O melhor de tudo? Dá pra conhecer as melhores praias de Aruba sem precisar contratar tour caro ou ter carteira VIP.
Por Que Aruba Merece Estar no Seu Radar
Antes de mergulhar no roteiro, deixa eu te contar uma coisa: Aruba fica pertinho dos Estados Unidos, o que significa voos diretos e geralmente com preços que não vão fazer você chorar ao olhar o extrato do cartão. A ilha faz parte das Antilhas Holandesas, então sim, tecnicamente você está visitando um país diferente – perfeito para adicionar um selinho no passaporte.
Quando pisei pela primeira vez em solo arubano, senti aquele clima de ilha feliz logo de cara. As pessoas são receptivas, falam papiamento (uma mistura deliciosa de português, espanhol e holandês), e todo mundo parece estar de bom humor – vai ver é efeito colateral de viver num paraíso desses.
Planejando Sua Aventura: O Básico Que Você Precisa Saber
Olha, vou ser sincero com você: dá pra fazer Aruba de várias formas. Tem gente que aluga carro, outros alugam ATV para se sentir no Mad Max: Edição Praia, e tem quem – como eu – descobre que esqueceu de renovar a carteira de motorista e acaba virando expert em transporte público arubano.
O sistema de ônibus em Aruba é surpreendentemente eficiente. Por apenas 2,50 dólares americanos você pega o bus que te leva para praticamente todas as praias principais. Sim, é isso mesmo – menos de três dólares. Enquanto seus amigos estão gastando 80 dólares num tour, você está curtindo as mesmas praias gastando mixaria.
Uma dica de ouro: baixe o aplicativo Arubus antes de ir. Ele mostra os horários em tempo real e as rotas. Salva vidas, acredite.
Roteiro pelas 7 Praias Imperdíveis (De Norte a Sul)
1. Arashi Beach – A Porta de Entrada para o Paraíso

Começando pelo extremo norte da ilha, Arashi Beach é aquele tipo de lugar que faz você questionar por que diabos não veio para cá antes. A praia em si já é linda, mas o lance aqui é a diversidade que você encontra.
Se você curte snorkel (e sinceramente, quem não curte ver peixinhos coloridos nadando ao seu redor?), Arashi é seu lugar. A água é tão clara que parece filtrada. Dá pra ver o fundo com uma nitidez impressionante. E olha, não precisa nem ir muito longe – basta entrar uns metros que você já está cercado de vida marinha.
Aqui vai uma sacada: a maioria das pessoas fica naquela área mais central, onde tem as barracas e tal. Mas se você caminhar uns 10 minutinhos para o norte, encontra trechos praticamente desertos. Foi ali que tirei minhas melhores fotos – aquelas que as pessoas veem e perguntam: “Isso é real ou você editou?”
Ah, e de quebra você pode dar uma olhada no Farol da Califórnia, que fica ali pertinho. Não é nenhuma maravilha arquitetônica que vai mudar sua vida, mas a vista lá de cima compensa a caminhada.
2. Boca Catalina – O Cantinho Secreto

De Arashi, você pode simplesmente caminhar pela orla até Boca Catalina. É seguro, a vista é linda, e você vai passar por algumas mansões que vão te fazer repensar suas escolhas de carreira.
Boca Catalina é tipo aquela praia que você descobre meio por acaso e fica feliz de ter descoberto. Tem uma área menor onde o pessoal faz snorkel (e os pelicanos ficam julgando de cima das pedras, eu juro que eles têm cara de superior), mas o tesouro mesmo está uns metros adiante.
Tem uma faixinha estreita de praia entre duas propriedades privadas que, tecnicamente, é pública. Como muita gente não saca isso, geralmente está vazia. Foi lá que passei uma tarde inteira lendo, nadando, voltando pra ler mais um pouco, e repetindo o ciclo. Bliss total.
Só um aviso importante: use sapatilhas de praia. Aprendi isso da forma mais dolorosa possível quando pisei numa pedra afiada escondida na areia. Nada que estrague o dia, mas dói mais do que pisar num Lego.
3. Malmok Beach – Para os Amantes do Mergulho

Confesso que Malmok Beach foi meio confusa pra mim no começo. Continuei andando procurando uma placa, uma indicação, qualquer coisa. No final, descobri que já estava nela há uns 15 minutos.
Malmok é mais rochosa, menos “cartão postal” que as outras, mas tem seu charme. Se você é do time do mergulho, aqui é seu playground. A galera fala maravilhas dos corais e da vida marinha que tem por ali. Vi uns caras saindo da água com aquele sorriso bobo de quem acabou de ver algo incrível lá embaixo.
Para quem só quer tirar foto bonita, talvez não seja a primeira escolha. Mas para quem quer explorar o que tem debaixo d’água, é parada obrigatória.
4. Palm Beach – Onde a Festa Acontece

Chegamos então em Palm Beach, a menina dos olhos de Aruba quando o assunto é agito. É aqui que ficam os hotéis de luxo, os resorts all-inclusive, e aquela energia de “estamos de férias e vamos aproveitar MUITO”.
A praia em si é linda – areia clara, mar azul que parece ter sido pintado, e fileiras intermináveis de cadeiras e guarda-sóis. O clima é mais movimentado, tem música rolando, gente jogando vôlei, aquele astral de spring break (mas civilizado).
Uma parada que vale MUITO a pena é o Bugaloe Bar, que fica num pier estendido sobre o mar. O happy hour começa às 5 da tarde, e se você não chegar pelo menos meia hora antes, vai ter que esperar. A dica é fazer reserva – e de quebra, dá uma olhada no bartender loiro de coque que trabalha lá. Drinks bem feitos e vista bonita (da praia, claro).
À noite, Palm Beach vira o centro da vida noturna. Tem o Dragonfly (ótimo sushi, por sinal), o Bohemian e o Sopranos Piano Bar para quem quer drinks com música boa. A vibe é bem mais turística, mas nada exagerado ou cafonas.
5. Eagle Beach – Meu Cantinho Favorito

Se eu tivesse que escolher UMA praia em Aruba para passar o resto dos meus dias, seria Eagle Beach. E olha que não é uma decisão fácil.
A areia de Eagle Beach é diferente. Não estou exagerando – é mais fofinha, mais clarinha, daquele tipo que você quer andar descalço só pelo prazer de sentir ela entre os dedos. E tem aquelas árvores Fofoti icônicas, curvadas pelo vento, que todo mundo quer fotografar.
A vibe aqui é mais tranquila que Palm Beach. Tem mais casais em lua de mel, famílias, aquele clima de relaxar de verdade. E o melhor: tem barraquinhas de praia e restaurantes na orla, então você não precisa ficar indo e voltando pro hotel quando bater aquela fome.
Fiquei hospedado perto daqui (mais sobre isso daqui a pouco) e posso garantir: acordar e estar a cinco minutos de caminhada dessa praia é tudo que você precisa na vida.
Uma recomendação importante: vá no bar do Amsterdam Manor Hotel e peça pra falar com o Peter. O cara é uma enciclopédia ambulante sobre Aruba e vai te dar dicas que você não acha em guia nenhum. Fora que os drinks são bons e eles usam canudos de papel – sempre um plus.
6. Mangel Halto – A Joia Escondida

Aqui é onde a aventura fica interessante. Mangel Halto não tem transporte público direto, então você precisa dar um jeito de chegar lá – carro alugado, táxi, ou fazer como eu fiz e arranjar um guia local (mais sobre essa tática ousada depois).
Mas cara, vale cada centavo e cada esforço. Mangel Halto é LINDA de um jeito que parece exagero, mas não é. A praia tem manguezais crescendo na água, criando essas entradas naturais pro mar que parecem portais para outro mundo.
A água aqui tem aquela cor azul-néon absurda, sabe? Aquela que você vê em foto e pensa “ah, isso é Photoshop com certeza”. Não é. É assim mesmo. E o melhor: como é mais afastada, geralmente está vazia. Você, o mar, os manguezais, e a sensação de estar num comercial de cerveja.
Se você subir no pequeno penhasco à esquerda da praia principal, tem uma vista panorâmica que é de tirar o fôlego. Cuidado onde pisa, mas tire essa foto – vale ouro no Instagram.
7. Baby Beach – O Grande Finalzinho

Lá no sul da ilha está a famosa Baby Beach. O nome vem do fato de ser uma laguna super rasa e calma, protegida por formações rochosas naturais – perfeita para crianças (ou adultos que são crianças por dentro).
Honestamente? Não foi minha favorita. É bonita, sim, mas como é cercada e rasa, me deu uma leve sensação de estar numa piscina gigante. Se você tem filhos pequenos, vai amar. Se você quer aquela sensação de mar aberto, talvez prefira as outras.
Mas tem seus méritos! As árvores brancas mortas que ficam na praia são super fotogênicas, e o beach club de lá é enorme, com boa comida e estrutura completa. Dá pra passar o dia inteiro sem preocupação.
Onde Ficar: Dicas de Hospedagem Que Não Vão Quebrar o Banco
Eu testei algumas opções em Eagle Beach e região, porque achei o melhor custo-benefício entre localização e preço. Aqui vão minhas impressões:
Eagle Aruba Resort & Casino (também chamado de Tropicana, o que pode confundir): Este foi o mais caro que fiquei, cerca de 200 dólares a diária. Mas olha, o quarto era enorme – tinha sala, cozinha, o pacote completo. Duas piscinas (uma com toboágua!), restaurantes no local, e a praia a uma quadra de distância. Se você quer se sentir mimado, é aqui.

The Mill Resort & Suites: Uns 150 dólares a noite, mais próximo de Palm Beach. Tem um carrinho de golfe que te leva pra praia (sim, você leu certo – um carrinho!), piscina legal, quartos limpos e espaçosos. Boa pedida se você quer ficar no meio do caminho entre Eagle e Palm.

Uma coisa CRUCIAL: sempre verifique se o preço inclui os impostos. Em Aruba, eles cobram uns 24% extras que podem ser uma surpresa bem desagradável na hora de fechar a conta. Sempre pergunte sobre o preço final.
Para encontrar as melhores ofertas, uso sempre o Booking.com com o filtro de mapa ativado. Assim consigo ver exatamente onde o hotel fica em relação às praias. Vale a pena dedicar uns minutinhos extras nisso.
O Mistério da Flamingo Beach (E Por Que Não Fui Lá)
Tá, agora vamos falar do elefante rosa na sala – ou melhor, do flamingo. Você provavelmente já viu aquelas fotos icônicas de gente posando com flamingos cor-de-rosa em água cristalina, certo? Pois é, isso é em Aruba, na Flamingo Beach.

Mas aqui vai o pegadinha: só quem se hospeda no Renaissance Aruba Resort consegue acessar a ilha onde os flamingos ficam. Ou você paga mais de 400 dólares por noite no hotel (fora os impostos!), ou tenta conseguir um dos day passes limitados que eles vendem.
Os day passes custam cerca de 150 dólares e você tem que aparecer lá às 6 da manhã para tentar conseguir um – não dá pra comprar com antecedência. E se o hotel estiver cheio, eles nem vendem.
Olhei pro meu orçamento, olhei pras outras praias que já tinha visto, e decidi que não valia a pena pra mim. Mas se ver flamingos de pertinho é seu sonho, planeje-se financeiramente e chegue cedo. Ou considere ir pra Curaçao, a ilha vizinha, que tem flamingos selvagens e de graça.
Dicas Práticas Que Aprendi na Marra
1. Protetor solar é investimento, não gasto: O sol do Caribe não é brincadeira. Aquela sensação gostosa de calorzinho pode virar queimadura de terceiro grau mais rápido do que você imagina. Passei FPS 50 a cada duas horas e mesmo assim fiquei com marquinha.
2. Leve sapatilhas de praia: Já mencionei isso antes, mas vou repetir porque é importante. Muitas praias têm pedras, corais, coisas pontiagudas escondidas. Aquelas sapatilhas de neoprene valem ouro.
3. Traga dinheiro em espécie (dólares): Cartão funciona na maioria dos lugares, mas ter uns trocados ajuda muito – principalmente pro ônibus e gorjetas.
4. Aprenda umas palavrinhas em papiamento: “Bon dia” (bom dia), “danki” (obrigado), “ayo” (tchau). O pessoal local ADORA quando turistas tentam falar o idioma deles.
5. Baixe mapas offline: O Wi-Fi não é sempre confiável, e dados móveis podem custar caro. Baixe os mapas das áreas que vai visitar no Google Maps antes de sair.
6. Vá cedo às praias: Não só pra pegar lugar na sombra das árvores Fofoti, mas porque a luz da manhã é perfeita pra fotos E você pega as praias vazias.
A Estratégia Ousada: Como Conheci um Guia Local (Com Segurança)
Olha, sei que isso pode soar meio maluco, mas funcionou: usei app de relacionamento pra encontrar locais que quisessem mostrar a ilha. Antes de me julgar, deixa eu explicar o contexto.
Quando vi que não podia alugar carro (carteira vencida, lembra?), e que táxi pra lugares como Mangel Halto ia custar uma fortuna, tive que improvisar. Coloquei no perfil que era fotógrafo de viagens e estava procurando alguém que conhecesse os melhores spots para fotografar.
Encontrei o Mike, um fotógrafo local que tava começando a fazer tours. A gente combinou: ele me levava nos lugares, eu dava dicas de fotografia e composição, e fazia uns posts mencionando o trabalho dele. Win-win.
MAS (e esse mas é importante): só fiz isso depois de:
- Conversar bastante pelo app antes
- Fazer videochamada pra ver se era realmente quem dizia ser
- Compartilhar minha localização com amigos
- Combinar de nos encontrar em lugar público primeiro
- Confiar no meu instinto (se algo parece estranho, É estranho)
Não recomendo isso pra todo mundo, mas se você é viajante solo experiente e sabe se cuidar, pode ser uma forma de ter experiências mais autênticas. Só seja esperto e cauteloso.
Melhor Época para Visitar Aruba
Aqui vai uma notícia boa: praticamente qualquer época é boa época em Aruba. A ilha fica fora da zona de furacões, então enquanto outras partes do Caribe estão sendo açoitadas por tempestades tropicais, Aruba tá lá, feliz da vida, com seu solzão.
A alta temporada vai de dezembro a abril, quando todo mundo quer fugir do inverno. Preços mais altos, praias mais cheias, mas clima impecável.
A baixa temporada (maio a novembro) tem preços melhores e menos gente, mas pode ser mais quente e úmido. Fui em fevereiro e achei perfeito – nem muito cheio, nem muito caro.
Vale a Pena Alugar Carro ou ATV?
Se sua carteira e sua carteira de motorista estão ok, sim! Um carro alugado te dá liberdade total pra explorar. Dá pra fazer todo o roteiro que descrevi aqui em um ou dois dias com carro próprio.
ATV ou UTV são super populares em Aruba, principalmente pra quem quer explorar o lado norte mais selvagem da ilha. Tem tours que te levam pra lugares como o Natural Pool, Arikok National Park, e outros spots que são difíceis de acessar de carro normal.
Mas sinceramente? Mesmo sem carro, consegui ver tudo que queria. O ônibus funcionou super bem pra mim.
O Que Mais Fazer Além de Praia
Sei que esse guia é focado em praias, mas se você é tipo eu e enjoa de ficar parado (ou simplesmente já fritou demais no sol), tem outras coisas legais em Aruba:
Oranjestad: A capital é charmosinha, com arquitetura colorida influência holandesa. Tem museus, lojas, restaurantes locais bem legais.
Arikok National Park: Ocupa quase 20% da ilha. Tem trilhas, cavernas, praias selvagens. Precisa de carro ou tour pra chegar.
Natural Pool: Uma piscina natural formada por rochas vulcânicas. A onda bate e cria esse jacuzzi natural. Incrível, mas só dá pra chegar de 4×4.
Snorkel em naufrágio: Tem tours que levam pra ver navios afundados que viraram recifes artificiais. A vida marinha é absurda.
Meu Roteiro Sugerido: 4 Dias em Aruba
Dia 1: Chegada, check-in, Eagle Beach pra relaxar e se ambientar. Jantar em Oranjestad.
Dia 2: Arashi Beach de manhã, Boca Catalina à tarde. Voltando, para em Palm Beach pro happy hour no Bugaloe.
Dia 3: Mangel Halto (alugue carro ou contrate guia). Baby Beach no fim da tarde. Jantar em San Nicolas.
Dia 4: Última manhã em Eagle Beach, passeio por Oranjestad, compras de souvenirs, voo de volta com o coração apertado.
Quanto Custa Uma Viagem Dessas?
Vamos aos números reais, sem filtro:
Voo: Consegui por 250 dólares ida e volta (comprei com antecedência mínima, dá pra achar mais barato planejando)
Hospedagem: Média de 150 dólares por noite = 600 dólares (4 noites)
Transporte: Gastei uns 30 dólares em ônibus e táxis
Comida: Cerca de 50 dólares por dia = 200 dólares
Extras: Drinks, souvenirs, snacks = 150 dólares
Total: Aproximadamente 1.230 dólares para 4 dias. Dá pra fazer mais barato (hostels, cozinhar) ou mais caro (hotéis luxury, restaurantes chiques). Depende do seu estilo.
Pensamentos Finais de Quem Foi e Voltou com Saudade
Olha, já visitei um monte de lugares incríveis. Já nadei em várias praias paradisíacas. Mas Aruba tem algo especial. Talvez seja a combinação de beleza natural com facilidade de acesso. Talvez seja o clima constantemente perfeito. Ou talvez seja simplesmente aquela sensação de ilha feliz que contagia.
O que mais me surpreendeu foi como é possível fazer uma viagem dessas sem precisar de tour operator ou pacote caro. Com um pouquinho de planejamento e disposição pra usar transporte público, você consegue ver o melhor de Aruba gastando bem menos do que imagina.
As praias são realmente tão bonitas quanto nas fotos (e olha que sou cético com relação a isso). A água é aquele azul impossível. A areia é branquinha e fofa. E tem praia pra todo tipo de viajante – quer agito? Palm Beach. Quer sossego? Eagle Beach. Quer aventura? Mangel Halto.
Se você tá em dúvida se vai ou não vai: vai. Sério. A vida é curta demais pra não conhecer lugares assim. E Aruba tem essa vantagem de ser relativamente fácil de chegar e explorar, mesmo se você estiver viajando sozinho.
Já estou planejando voltar. Desta vez com carteira renovada pra poder alugar aquele ATV e explorar o interior da ilha. E quem sabe finalmente conhecer os famosos flamingos (se meu orçamento permitir).
Por enquanto, fico com as memórias de pôr do sol em Eagle Beach, do gosto do primeiro coquetel no Bugaloe, da sensação de descobrir Mangel Halto, e daquela certeza de que vou voltar.
Aruba tá me esperando. E provavelmente tá esperando você também.
Perguntas Frequentes Sobre as Praias de Aruba
Preciso de visto para entrar em Aruba?
Brasileiros não precisam de visto para estadias de até 90 dias. Só precisa de passaporte válido (com pelo menos 6 meses de validade) e passagem de volta. Na imigração vão perguntar onde você vai ficar e quanto tempo vai passar lá – nada demais, super tranquilo.
Qual a melhor praia de Aruba para snorkel?
Se eu tivesse que escolher uma, seria Arashi Beach. A visibilidade é incrível, tem muita vida marinha, e você não precisa ir muito fundo. Boca Catalina também é excelente. Malmok Beach é perfeita se você curte mergulho mais profundo. Basicamente, você não vai errar em nenhuma das três.
Dá pra ir nas praias de ônibus ou precisa alugar carro?
Dá sim pra usar ônibus! Arashi, Palm, Eagle – todas são super acessíveis de transporte público por apenas 2,50 dólares. As únicas que são mais complicadas sem carro são Mangel Halto e Baby Beach, que ficam mais afastadas. Mas dá pra resolver com táxi ou dividir o custo de um tour particular.
Vale a pena pagar para ver os flamingos na Flamingo Beach?
Depende muito do seu orçamento e de quão importante isso é pra você. Se ver flamingos de pertinho é um sonho, e você tem 400+ dólares por noite sobrando (ou consegue acordar às 6h pra tentar um day pass de 150 dólares), vai fundo. Mas sinceramente, as outras praias de Aruba são tão incríveis que você não vai sentir falta se pular essa. Uma alternativa é ir pra Curaçao ver flamingos selvagens de graça.
Quantos dias são suficientes para conhecer as melhores praias de Aruba?
Eu diria que 4 dias é o ideal. Dá pra visitar todas as praias principais com calma, ter tempo pra repetir suas favoritas, e ainda conhecer um pouco da ilha além das praias. Com 3 dias você consegue ver o essencial, mas vai ficar corrido. Com 5 ou mais, dá pra explorar outros cantos da ilha, fazer passeios de barco, mergulhos, essas coisas. Mas honestamente? Até um fim de semana prolongado já vale muito a pena.








